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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Muito sol ou pouco sol, onde colocar minha planta?


A saúde das plantas é baseada no equilíbrio de três fatores, Água, Luz e Nutrição, independente do que está acontecendo com a sua planta, o problema está ligado a esse três fatores.
Hoje vamos falar sobre a luz, a luz é fundamental na fotossíntese, que é a transformação de energia em alimento. Colocar a planta em uma iluminação que não seja de sua natureza pode acarretar em muito problemas como amarelamento, fungos, pragas, secamento e outras doenças podendo até chegar à morte da planta.

Existem Plantas de Sol Pleno, plantas de Meia-Sombra e plantas de Sombra. Ou seja, cada planta precisa de uma quantidade de luz para se desenvolver e manter uma vida saudável.

Meia-sombra: As plantas de meia sombra precisam de apenas  3 horas de Sol por dia. O resto do tempo ficam sob luz indireta, que continuarão se desenvolvendo.

Plantas de Meia Sombra:
  • Cosmos
  • Hortelã
  • Iúcas
  • Lança de São Jorge
  • Bulbine
  • Suculentas
  • Espada de São Jorge
  • Moreia
  • Pacová
  • Crássula
  • Pata de elefante
  • Clívia
  • e muitas outras, planta é o que não faltará!

Sol Pleno: Se enquadram as plantas que precisam de no mínimo 7 horas de sol direto por dia sobre elas. Para estas plantas quanto mais sol, melhor, não há restrição.

Plantas de Sol pleno:
  • Frutíferas em geral
  • Hortaliças em geral
  • Gramados
  • Culturas agrícolas
  • Palmeiras
  • Flores coloridas em Geral
  • e muitas outras, planta é o que não faltará!

Sombra, porém luz indireta: As plantas de sombra precisam de ambientes de pouca luz e sem incidência direta de sol, caso isso não aconteça elas não se desenvolvem bem e existem grandes chances de contraírem fungos, doenças ou simplesmente secarem pelo sol direto.

Plantas de sombra:
  • Samambaias
  • Avencas
  • Begônia
  • Bromélia
  • Zamiocucas
  • Antúrios
  • Lírio da Paz
  • Violetas
  • Orquídeas
  • Jiboia
  • Licuala
  • e muitas outras, planta é o que não faltará!

Se você ainda tem dúvidas e gostaria da ajuda de um profissional entre em contato comigo, eu sou RODRIGO ARACNO e adoraria ajudar para que suas plantas fiquem felizes e você feliz por elas.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

ARACNO GAME

PARABÉNS, VOCÊ ESTÁ CORRETO

Este fungo fantástico é conhecido como Estrela da Terra
Geastrum sp, ou Geaster, o nome vem do geo que significa terra e aster que significam estrela. O nome refere-se ao comportamento do peridium externo (camada protetora que encerra uma massa de esporos em fungos). Na maturidade, a camada externa do corpo frutífero se divide em segmentos que se tornam para fora criando um padrão parecido com a estrela no chão. O peridium interno é um saco de esporos. O peridium externo se abre quando molhado e fecha quando seco, é descrito como higroscópico.


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Aperte START para continuar o jogo, se você não conhece o ARACNO GAME clique em INICIAR.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Como preparar um vaso para plantar?

Preparem-se, vamos mexer na terra



Olá, eu sou Rodrigo Aracno e vou mostrar aqui uma forma rápida e simples de preparar um vaso ou jardineira.

Material:



Passo a Passo:

Coloque no fundo do vaso a argila expandida, de forma que crie apenas uma camada, pois essa argila serve apenas para que a terra não tape ou furos de drenagem.
Coloque a manta, ela serve para segurar a terra e deixar fluir a água.
Coloque a terra deixando dois dedos ou 03 centímetros abaixo da borda, para que possa encher com água na hora da rega.
Umedeça a terra e complete com mais pois assim que molhar a terra ela se compacta baixando o nível da terra.
Agora é só colocar as plantas fazendo um buraco de acordo com o torrão de terra que está na planta, cobrir até o pé da planta e está pronto.

Lembre-se que cada planta tem uma individualidade como quantidade de água, luminosidade e tipo de terra. Envie suas dúvidas no meu facebook Rodrigo Aracno, que iremos conversar muito.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

ARACNO GAME

Congratulations, you're correct!

As teias capturam insetos que ficam presos devido à textura impregnante da seda, servindo de alimento às aranhas. A teia de aranha é uma armação de fios de seda extremamente finos criada por aranhas, essa seda líquida sai através de microscópicas estruturas chamadas fúsulas, encontradas nas fiandeiras, na região posterior do abdômen da aranha. Ao ser puxada pelas pernas posteriores ou por meio de movimentos do abdômen, ela passa do estado líquido para o sólido, formando um fio. As teias de aranha existem pelo menos há cem milhões de anos, como atestado pela descoberta de âmbar da era do Cretáceo Inferior em Sussex, no sul da Inglaterra. (DEIXE SEU COMENTÁRIO NA POSTAGEM PRA MOSTRAR QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI)

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Mais sobre as teias:

1. A teia é um material extremamente resistente, cinco vezes mais forte que o aço de mesmo peso e duas vezes mais elástica que o náilon. Leve, vem sendo estudada como matéria-prima de fios de suturas biodegradáveis, redes de pesca e coletes à prova de balas.

2. A seda, ainda no estado líquido, é produzida no abdômen da aranha e serve como refúgio na toca ou para capturar insetos.

3. Cada espécie de aranha produz suas teias de uma forma específica, de acordo com a necessidade de de se abrigar ou de captura de presas.

4. Um único fio da teia de aranha tem potencial energético maior que o da bomba atômica que foi jogada em Nagasaki (Japão).

5. Apesar de serem mais conhecidas, as teias de seda são produzidas por menos de 2% das espécies de aranhas.

6. Cada fio de uma teia de aranha tem espessura de apenas 0,00015 milímetros. O fio mais fino já detectado media 0,000002 milímetros.

7. A teia da aranha do gênero Nephila é a fibra natural mais forte já conhecida.

8. A maioria das espécies de aranha podem produzir de 3 a 7 tipos de seda. Cada uma possui uma função: construção da teia, transporte, proteção dos ovos etc.

9. A teia de aranha não é decomposta por fungos e bactérias, pois possui compostos conservantes como pirolidina, fosfato de potássio e nitrato de potássio.

10. Muitas aranhas reciclam suas próprias teias. Elas comem as teias usadas para reaproveitar sua proteína, fabricando, assim, mais teia.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Plantas têm um "cérebro" que determina o seu crescimento

Células atuam como o centro de comando de escolhas no ciclo da vida das plantas

Cada vez que se estuda, mais surpresas são descobertas, costumo dizer que a natureza não tem limites e a ciência só tropeça em algumas das maravilhas que se escondem longe dos nossos olhos e dos nossos sentidos. Muito ainda se discute com os sentimentos das plantas, e essa pesquisa é mais um passo em busca da verdade.

Pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, descobriram que plantas podem ter um tipo de "cérebro". Diferentemente das estruturas avançadas dos animais, essas células atuam como um centro de comando de escolhas, determinando quando ocorre a germinação — o que é fundamental para a manutenção do ciclo de vida das espécies.

Os cientistas descobriram que as células estão divididas em dois tipos: as que estimulam e as que desestimulam a germinação. Com a ajuda de hormônios elas decidem quando o clima está melhor para que o processo seja iniciado.

Após essas observações, os especialistas refizeram o experimento com plantas geneticamente modificadas, comprovando o primeiro descobrimento. Entretanto, como é difícil estudar esses seres vivos em tempo real, um modelo matemático foi criado para prever como funcionam as células em diferentes situações.

"Nosso trabalho revela uma separação crucial entre os componentes de um centro de tomada de decisões dos vegetais", afirma o Professor George Bassel, líder do estudo, em declaração.

Veja também: As Plantas se comunicam

O mais curioso é que dois tipos de células são necessários porque elas podem ter "opiniões diferentes" em relação ao clima ao redor delas e, portanto, a planta só germinará quando ambas "concordarem" que chegou o momento: "É como ler a resenha de um crítico quatro vezes ou combinar quatro pontos de vista diferentes antes de decidir ir ao cinema", brinca o biomatemático Iain Johnston.
Fonte: Matéria da Revista Galileu

sábado, 10 de junho de 2017

Falso-cacau ou Munguba

Uma árvore maravilhosa e flores magníficas

Eu estava andando pelo Zoológico quando percebi algumas pedras debaixo de uma árvore, logo fui ver pois eram um pouco estranhas, eis que me deparei com as sementes de Munguba (Pachira aquatica). A princípio olhei para o alto e vi um fruto muito parecido com o cacau, mas, pesquisas mais tarde descobri que se tratava do falso-cacau.
A árvore pode alcançar 18 metros de altura, são encontradas em florestas tropicais em ambientes brejosos, ou à margem de rios e lagos, o nome científico “aquatica” provém desta característica. Apresenta folhas grandes e palmadas, dividas em 6 a 9 folíolos verdes e brilhantes. As flores são muito bonitas e perfumadas, com longos estames de extremidade rosada e base amarela. Os frutos grandes e compridos, semelhantes ao cacau, contém paina sedosa e branca que envolve as sementes. As sementes da monguba podem ser consumidas torradas, fritas ou assadas, e até trituradas como um sucedâneo do café ou chocolate, e diz-se que são muito saborosas.

Em vasos são excelentes para ambientes internos bem iluminados. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável e enriquecido com matéria orgânica, com irrigações regulares, pelo menos até que alcance o porte adulto. Apesar de apreciar solos úmidos, pode-se cultivá-la em solos mais secos. Adapta-se a um ampla faixa climática, desde o calor equatorial até o frio subtropical. A falta de luminosidade acarreta o amarelamento das folhas. Multiplica-se por estaquia ou sementes.

Nome Científico: Pachira aquatica
Nomes Populares: Munguba, Cacau-selvagem, Castanheira-da-água, Castanheiro-de-guiana, Castanheiro-do-maranhão, Falso-cacau, Mamorana, Monguba, Mungaba
Família: Bombacaceae


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Estrela da Terra, conheça esse fantástico fungo

Assista em vídeo acelerado da formação do Geastrum sp


Geastrum sp, ou Geaster, o nome vem do geo que significa terra e aster que significam estrela. O nome refere-se ao comportamento do peridium externo (camada protetora que encerra uma massa de esporos em fungos). Na maturidade, a camada externa do corpo frutífero se divide em segmentos que se tornam para fora criando um padrão parecido com a estrela no chão. O peridium interno é um saco de esporos. O peridium externo se abre quando molhado e fecha quando seco, é descrito como higroscópico.

Foto de Nathália Castanho "Não é flor, é fungo."
Em algumas espécies, o peridium interno é carregado em uma haste ou pedicelo. A columela é um grânulo em forma de coluna de tecido estéril que se encontra dentro do peridium interno. A rede de tecido fértil dentro do peridium interno, o capillitium, surge da columela. A boca na maioria das espécies de "estrelas da terra" é bastante prominente, muitas vezes surgindo como um pequeno cone no ápice do peridium interno. Pode ser uniforme ou sulcada (ranhurada).

Eles geralmente não são tóxicos, mas considerados não comestíveis devido à sua textura fibrosa.

Embora o dicionário dos fungos (2008) estimou cerca de 50 espécies em Geastrum, uma estimativa mais recente (2014) sugere que pode haver até 120 espécies.






Projeto "Conhecendo o Reino dos Fungos"
São popularmente conhecidos como "estrelas da terra" devido à morfologia que eles apresentam.
Amplamente distribuído na América do Norte, mas também muito comum na América do Sul.

Saprobiótico, apresenta crescimento isolado ou agregado; muitas vezes aparecendo em torno de troncos, ocorre com maior frequência em épocas de clima ameno como primavera e outono(mas também pode ocorrer nos dias mais quentes durante o inverno).

Uso medicinal para tratamento de hemorragias e distúrbios uterinos.

Conhecendo o Reino dos Fungos” é um projeto de extensão que visa levantar as espécies de fungos encontradas na Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade (FEENA) de Rio Claro. O projeto iniciou a partir da iniciativa dos alunos do curso de Ecologia com a finalidade de entender melhor esses organismos. Promovido pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Rio Claro, o projeto conta com o apoio da Pro-reitoria de Extensão da UNESP. Além de conhecer os fungos encontrados na FEENA, o projeto também tem a intenção de divulgar as informações referentes sobre os fungos que vivem na floresta para a população.

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