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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Guia Técnico Restauração ecológica com Sistemas Agroflorestais

Como conciliar conservação com produção, Download gratuito no ARACNO Garden

O que pode e o que não pode na APP? (Área de proteção Ambiental)
Quais são as espécies-chaves para a recuperação de áreas degradadas?
Nessa publicação é possível aprender sobre os princípios da agrofloresta e seus serviços ambientais, assim como esclarecer questões que estão no dia-a-dia dos floresteiros.

O download é gratuito clique aqui.

O Centro Internacional de Pesquisa Agroflorestal (ICRAF) lançou nesse mês o "Guia Técnico de Restauração Ecológica com Sistemas Agroflorestais".
O Guia foi realizado em parceria com o ISPN, ISSA, EMBRAPA, UICN, Serviço Florestal Brasileiro e Mutirão Agroflorestal.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Não economize água, preserve as nascentes

Fechar a torneira não salva a população da escassez de água, saiba porque no ARACNO Garden

O ser humano acredita que se fechar a torneira vai economizar água, mas o que ele não sabe é que a água vai continuar sua descida no rio. O ser humano deveria se preocupar com a preservação das nascentes, as florestas que atraem as chuvas para as nascentes, mas ele insiste em educar uns aos outros a fechar a torneira. (Rodrigo Aracno)

Uma nascente, cabeceira, olho-d'água, exsurgência, mina de água ou fonte é o local onde se inicia um curso de água (rio, ribeira, ribeiro, ribeirão, córrego), seja grande ou pequeno. O que muitos não sabem, ou pior, não buscam saber, a importância de se preservar a nascente e a mata que a rodeia.
Essa preservação é responsável pela abundância de água.

A Água nunca vai acabar
A água existe desde o início do planeta, por volta de 4,5 bilhões de anos, a água não entrou no planeta, ela se formou com ele. E essa água não vai sair do planeta, desaparecer, a água vai seguir seu ciclo. O ser humano precisa da água doce e potável para sua existência, mas com a falta de preservação de florestas as chuvas estão mudando de direção e não estão mais enchendo as nascentes, as nascentes param de receber água e secam.

Depende da consciência humana, não apenas de seus governos, mas da participação direta da população preservar nascentes e florestas. A água está aí para todos e em quantidade infinita, mas somente será potável se for direcionada para as nascentes.

Abaixo, uma matéria do Portal DBO sobre preservação e recuperação das nascentes.

Definidas na lei como ‘afloramentos naturais do lençol freático que apresentam perenidade e dão início a um curso d’água’, as nascentes são de vital importância para qualquer propriedade. No meio rural, abastecem açudes e represas, saciam a sede dos animais e podem dar suporte à irrigação das lavouras. Abaixo, saiba que medidas adotar para preservá-las, protegê-las e também recuperá-las, mantendo sempre a qualidade da água:

Preservação
De acordo com Renata Machado Mongin, do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal (Ibram), não dá para falar de preservação sem falar de vegetação. A razão para isso é o fato de a vegetação funcionar como uma barreira natural, que reduz o aporte de sedimentos, insumos e defensivos em direção ao corpo d’água; além de contribuir para seu fluxo contínuo e emergência de águas subterrâneas. Dito isso, vale lembrar que a vegetação deve ser de espécies nativas: “Às vezes o produtor acha que resolve plantar só árvores frutíferas, mas não é bem assim”, diz a especialista.

De acordo com Renata, o tipo de formação vegetal mais adequado para a preservação de cada nascente pode variar com as características do solo ou nível de absorção de água pela planta. Ela também alerta que, de modo geral, a compra de mudas, adubação e manutenção da vegetação ficam a cargo dos produtores. “Mas cada vez mais há um incentivo para a preservação e vemos surgir programas do governo e de ONGs que financiam essas ações”, pontua.

No caso de quem tem criação na propriedade, a área de preservação permanente deve ainda ser cercada. A especialista explica por que: “Para evitar o pisoteio, evitar que os poros por onde a água passa se fechem e que, sem infiltração, ela deixe de fluir”. Sobre o raio considerado área de preservação permanente (APP) no caso de nascentes, ela lembra que a faixa é de pelo menos 50 metros.

Proteção. No sentido de reforçar as medidas de preservação, a dica vem da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), que desenvolveu um modelo de proteção conhecido como Caxambu. Abaixo, você assiste ao vídeo produzido pela instituição, que ensina como montar e instalar a proteção na fazenda:



Recuperação
Por fim, tema de reportagem da Revista Mundo do Leite, publicada em abril de 2015, a recuperação de nascentes é outra ferramenta disponível para o produtor que busca o equilíbrio entre conservação e aproveitamento dos recursos naturais.

Em um passo a passo, você acompanha a técnica – aprimorada pelo agricultor, e hoje técnico da Cooperativa de Agroindustrial de Cascavel (Coopavel), no Paraná, Pedro Josino Diesel – que já recuperou mais de 8 mil nascentes. Criada pela Emater, ela se transformou no projeto Água Viva, desenvolvido pela Coopavel em parceria com a Syngenta. Veja o passo a passo em texto do repórter Renato Villela:

Antes de mais nada, vale lembrar que é obrigatório fazer o procedimento no auge da estação seca e que se deve desassorear a nascente.

– Após a delimitação da área, definida pelos “pontos de descarga” da água que aflora, inicia-se o trabalho de limpeza da superfície com a retirada da terra e matéria orgânica.

– Na sequência, com o auxílio de ferramentas como enxadão e pá, remove-se a lama até encontrar o chão firme.

– Com as mãos, desobstruem-se os olhos d’água, que normalmente brotam de orifícios argilosos. Ao mesmo tempo, abre-se uma vala, ligando a nascente até o destino do curso d’água. Prática antiga e bastante difundida, o represamento da água das nascentes por meio de paredes de alvenaria é desaconselhado, assim como coberturas com tábuas de madeira ou telhas do tipo Brasilit.

– Finalizado o trabalho de limpeza e desobstrução dos olhos d’água, parte-se para a construção de uma pequena barragem que será responsável por represar o volume a ser conduzido por um sistema de canos de PVC, por onde se dará a vazão da água.

– A barragem, posicionada na parte frontal da nascente, é construída com uma massa feita de solo-cimento, mistura de terra de barranco com cimento. A proporção entre solo e cimento depende da textura da terra. Se muito arenosa, usam-se três porções de terra para uma de cimento. Com um solo mais argiloso, pode-se fazer a mistura na proporção de cinco para um. O uso de areia é totalmente desaconselhado.

– À medida que a barragem é erguida, vão sendo colocados os canos de PVC, que possuem diferentes diâmetros, de acordo com a sua função:

Cano A) O primeiro dos canos é de 4 polegadas e fica posicionado na base da barragem, rente ao leito da nascente. O cano permanece fechado com um tampão, removido toda vez que se deseja esvaziar por completo a mina d’água. Trata-se do cano de limpeza da nascente. Uma camada de solo-cimento é depositada sobre ele, percorrendo toda a extensão da barragem.

Cano B) Logo acima é colocado um cano de 3/4 de polegada, por onde se dará a vazão da água que, levada por uma mangueira, abastecerá o reservatório.

Canos C e D) A “sobra” de água, ou seja, o volume que ultrapassar a capacidade de vazão do cano de 3/4 de polegada sairá por dois canos de 1,5 polegada, posicionados 15 cm acima. São os canos de ‘excesso’. A água que sair por ele cai na vala aberta e segue o percurso até o seu destino. A recomendação é que a altura entre os canos e o fundo da nascente não ultrapasse os 30 cm. O segredo é não formar depósito, por isso o sistema de canos tem que ser baixo. A água brota da nascente e tem que circular.

Cano E) Um último cano, novamente de 3/4 de polegada, é colocado na posição diagonal em relação à base da barragem. É o canal por onde será despejado um produto para limpeza e desinfecção da nascente, tarefa que deve ser executada de seis em seis meses após a conclusão da obra.

– No momento da limpeza, o procedimento é colocar o desinfetante, deixar agir por alguns minutos e depois retirar o tampão do cano de limpeza até esvaziar toda a nascente. Depois, repetir a operação por mais duas vezes para garantir uma boa desinfecção.

– A etapa seguinte é forrar o leito da nascente com pedras, que terão a função de melhorar a filtragem da água. O mais indicado são as pedras “ferro”, cuja durabilidade é maior. O produtor pode usar as que tiver na propriedade, mas deve evitar pedras “macias”, que se esfarelam, pois, com o passar do tempo, elas tendem a se dissolver e entupir os canos de saída d’água.

– A penúltima etapa é cobrir as pedras com uma lona plástica, semelhante às utilizadas para vedação de silos. O plástico deve ser resistente, preferencialmente de 200 micras de espessura, para evitar que se rasgue com o desgaste. O objetivo da lona é proteger a nascente, evitando que haja aterramento provocado por enxurradas contendo sedimentos de terra ou contaminação com agrotóxicos.

– O último procedimento é cobrir a lona com terra. Se for uma área de pastagem, é importante cercar para evitar a presença do gado, que pode pisar e quebrar o sistema de canos de PVC. Árvores devem ser plantadas a uma distância mínima de 6 a 8 metros de raio da nascente, o que evita que raízes atinjam e furem a lona.

– Por fim, recomenda-se fazer análise da água para atestar sua qualidade.

Além de evitar o excesso de perfurações e eventuais danos às nascentes ao redor, a medida alivia o bolso, já que a perfuração de um poço pode custar até R$ 30.000.


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Baixe Grátis o livro Asas da Cidade, Aves de Sorocaba

O livro é um projeto fantástico, disponibilizado pela Secretaria do Meio Ambiente de Sorocaba

Este fascículo faz parte de um conjunto de publicações
produzidas pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), cujo objetivo
é mostrar as boas coisas que Sorocaba tem no campo
socioambiental.


Os problemas, muitas vezes, são mais perceptíveis do que os fatores positivos, porque nos afetam de forma negativa. Em razão disto, o secretário do Meio Ambiente, Clebson Ribeiro, propôs a um grupo de funcionários da Prefeitura de Sorocaba, do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) e da Urbes -
Trânsito e Transportes, que buscasse expor no formato de publicações digitais os diversos avanços obtidos nos vários temas relacionados ao ambiente.
Neste caso, o desafio para a produção de um fascículo sobre as aves apontava dois caminhos: a elaboração de um guia de campo para observadores ou um fascículo ilustrativo que mostrasse alguns exemplares e sua provável localização, a fim de sensibilizar as pessoas com relação à possibilidade de observá-las em parques, lagoas, ribeirões ou praças.
Pode parecer surpreendente para muitas pessoas, mas os centros urbanos costumam abrigar uma razoável diversidade de aves. Em Sorocaba, aí incluindo zonas urbana e rural, já foram registradas mais de 280 espécies de aves, muitas delas convivendo com as pessoas em espaços já bastante urbanizados. (Texto tirado do livro)

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Você sabe, realmente, o que é MEIO AMBIENTE?

Significado do Meio Ambiente


Meio ambiente envolve todas as coisas vivas e não-vivas que ocorrem na Terra, ou em alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos. O meio ambiente pode ter diversos conceitos, que são identificados por seus componentes.

Na ecologia, o meio ambiente é o panorama animado ou inanimado onde se desenvolve a vida de um organismo. No meio ambiente existem vários fatores externos que têm uma influência no organismo. A ecologia tem como objeto de estudo as relações entre os organismos e o ambiente envolvente.

Meio ambiente é um conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural, e incluem toda a vegetação, animais, microorganismos, solo, rochas, atmosfera e fenômenos naturais que podem ocorrer em seus limites. Meio ambiente também compreende recursos e fenômenos físicos  como ar, água e clima, assim como energia, radiação, descarga elétrica, e magnetismo.



Para as Nações Unidas, meio ambiente é o conjunto de componentes físicos, químicos, biológicos e sociais capazes de causar efeitos diretos ou indiretos, em um prazo curto ou longo, sobre os seres vivos e as atividades humanas.

A preservação do meio ambiente depende muito da sensibilização dos indivíduos de uma sociedade. A cidadania deve contemplar atividades e noções que contribuem para a prosperidade do meio ambiente. Desta forma, é importante saber instruir os cidadãos de várias idades, através de formação nas escolas e em outros locais.

No Brasil existe a PNMA, que é a Política Nacional do Meio Ambiente. A PNMA define meio ambiente como o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.

Meio ambiente e sustentabilidade
A sustentabilidade ambiental e ecológica é a manutenção do meio ambiente do planeta Terra, é manter a qualidade de vida, manter o meio ambiente em harmonia com as pessoas. É cuidar para não poluir a água, separar o lixo, evitar desastres ecológicos, como queimadas, desmatamentos. O próprio conceito de sustentabilidade é para longo prazo, significa cuidar de todo o sistema, para que as gerações futuras possam aproveitar.


É importante que a sustentabilidade do meio ambiente seja cada vez uma prioridade para os políticos no poder, para que a conservação do meio ambiente possa ser alcançada.

Meio ambiente e reciclagem
A reciclagem é um processo de elevada relevância para a preservação do meio ambiente. Através da reciclagem, é possível diminuir a poluição do ar, água e solo. O grande desafio na área da reciclagem é conseguir educar os cidadãos para que compreendam que cada esforço, por mais pequeno que seja, tem um impacto positivo no meio ambiente envolvente.

Meio ambiente e sociologia
No âmbito da sociologia, o meio ambiente é o conjunto de todos os fatores materiais ou imateriais que afetam o indivíduo e que vão desde a paisagem até à mentalidade da época. Os sociólogos partidários da teoria do meio ambiente consideram o indivíduo como produto das suas relações sociais.

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