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sábado, 10 de maio de 2025

Orquídeas são parasitas?


A orquídea é capaz de produzir raízes longas e compridas que não necessariamente se encostam ou se enrolam no tronco da árvore devido a uma série de adaptações evolutivas específicas ao seu modo de vida epífito (ou seja, que vive sobre outras plantas, sem parasitá-las). Vamos analisar os principais fatores:


🌱 1. Função das raízes das orquídeas epífitas

  • Fixação: Algumas raízes se prendem firmemente à casca da árvore, ancorando a planta.

  • Absorção de umidade e nutrientes: Muitas raízes ficam soltas no ar para capturar a umidade da chuva, do orvalho ou da umidade do ar, além de nutrientes em suspensão.

  • Respiração: Essas raízes também realizam trocas gasosas com o ambiente.



🌸
2. Por que nem todas se encostam no tronco?

  • Busca por umidade e luz: As raízes crescem em várias direções à procura das melhores condições. Se o ambiente estiver úmido o suficiente, não há necessidade de aderência constante ao tronco.

  • Presença do velame: As raízes são envolvidas por uma camada esponjosa chamada velame, que absorve água rapidamente. Essa estrutura permite que raízes "aéreas" sobrevivam sem precisar estar coladas ao substrato.

  • Crescimento indeterminado: As raízes crescem continuamente em direção a onde encontram melhores condições de sobrevivência. Se o ar ao redor é úmido e rico em nutrientes, elas simplesmente se expandem livremente.

  • Evita competição e doenças: Ficar um pouco afastada da casca pode proteger a orquídea de fungos, pragas e excesso de acúmulo de água na superfície da árvore.



🌳 3. Relação com a árvore

  • As orquídeas não são parasitas — elas usam a árvore apenas como suporte.

  • Crescer com raízes soltas permite à planta maior liberdade para captar recursos do ambiente sem depender da árvore.

segunda-feira, 24 de junho de 2024

Como cuidar de orquídeas


 As orquídeas que deve plantar dentro de casa e no jardim não são as mesmas. Saiba quais as orquídeas ideais para plantar no interior e no exterior e quais os cuidados que deve ter no seu cultivo.

Existem milhares de orquídeas com flores singulares que atraem fãs pelo mundo inteiro. Como são plantas sensíveis que precisam de ter reunidas algumas condições para se desenvolverem, são muito usadas como plantas de interior onde é mais fácil controlar o ambiente.

As espécies que devem usar no interior não são as mesmas daquelas que pode usar no exterior, por isso é importante pedir a dica para o vendedor ou buscar informações, se precisar eu posso ajuda, me chama no MEU INSTAGRAM.

Para assegurar o bom desenvolvimento da sua orquídea e uma bonita floração, tenha em atenção os seguintes aspetos. 

 Em casa as orquídeas precisam

Substrato – Deve ser adequado para orquídeas e à base de casca de pinheiro.

Vaso – As Phalaenopsis necessitam de vasos transparentes para que as raízes possam fazer a fotossíntese.

Exposição solar – Preferem zonas com muita luz, mas sem sol direto.

Temperatura – Preferem temperaturas entre os 20 e os 25 °C. Não resistem a geadas prolongadas.

Humidade – Gostam de alguma humidade. Em caso de secura, pode aplicar um hidratante foliar que irá ajudar a planta a restabelecer-se mais rapidamente.

Rega – Regar abundantemente, sem encharcar as raízes.

Fertilização – Adubar com regularidade na época da floração. Pode optar por um dos seguintes métodos:

  • Monodoses sem diluição, uma vez por mês.
  • Fertilizante líquido, quinzenalmente.
  • Barras de fertilizante, a cada três meses.

 Poda – Cortar a haste floral pela base no final da floração e retirar as folhas amarelas ou secas.

Pragas e doenças – Os pulgões, as cochonilhas e os ácaros são os maiores problemas. Deve atuar aos primeiros sintomas, aplicando produtos biológicos. Se necessário, aplique novamente passados 7 a 14 dias.

 



quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Orquídea bambu - quais são os cuidados, saiba como cultivar

 A orquídea bambu é uma espécie de planta muito resistente, veja dicas e cuidados para que a planta se desenvolva.



A orquídea bambu é identificada por seu caule alongado similar a estrutura de um bambu, o que diferencia das outras orquídeas que são fixas em outras plantas e substratos, podendo chegar até 2,5 m de altura.

Qualquer dúvida sobre a postagem entre em contato comigo, vou adorar ajudar.

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Local para a planta

É preciso estar atento ao local onde a orquídea bambu será plantada, afinal, o ambiente escolhido poderá influenciar de forma positiva ou negativa o desenvolvimento da planta. Nessas condições, utilize as ferramentas de jardinagem corretas e sempre opte por um espaço em que a orquídea bambu irá receber sol o dia todo, pois a orquídea bambu não se adapta a locais com muita sombra e nem tolera geadas.

Ventos muito fortes também podem acabar prejudicando o crescimento e floração da orquídea bambu, por isso evite plantá-la no centro do jardim da sua área externa. A dica é cultivar a orquídea bambu próxima ao revestimento de paredes e muros da casa, escritório ou espaço comercial.

Terra e substrato

O bom preparo do solo também influencia positivamente no crescimento da sua orquídea bambu. Por essa razão, utilize uma pá para mexer o substrato e esteja atento quanto a qualidade do solo, pois ele deve ser rico em matéria orgânica e apresentar boa drenagem para que as raízes cresçam confortavelmente.

Luz natural, sol pleno

A iluminação é um fator que influencia muito no desenvolvimento da orquídea bambu. Isso porque, a orquídea bambu só cresce de forma saudável se for cultivada em pleno sol, ou seja, elas são flores que gostam de sol, no mínimo de 5 horas de sol. Portanto, saiba que caso você opte por incluir um vaso de orquídea bambu na sua sala de estar ao lado do sofá ou aparador e próxima a janela do ambiente, por exemplo, saiba que seus galhos com o passar dos dias irão começar a se curvar em direção a luz natural.

Temperatura do ambiente

A orquídea bambu se adapta muito bem em regiões com temperaturas que variam de 25° a 30°. É claro, que durante alguns períodos do ano variações de temperatura, tanto para mais quanto para menos podem acontecer. Logo, a preocupação com a sua orquídea bambu deve ocorrer em caso de geadas, pois elas não suportam muito frio.

Água

Tudo em excesso faz mal, inclusive água! Por isso, apesar de saber que a orquídea bambu gosta de muita água, a frequência de regas deve ser feita com cuidado para que a planta não morra de sede e nem morra por acúmulo de água no solo.

Durante as estações de verão, a dica é realizar a rega com regador ou mangueira diariamente. No entanto, em períodos com temperatura mais frias a recomendação e regar em dias alternados.

Evite regar durante o sol forte, procure molhar suas orquídeas bambus de manhã ou no final da tarde.

Poda ajuda na floração

A poda ajuda na floração da orquídea bambu. Por essa razão, a dica é utilizar uma tesoura de poda ou até mesmo um alicate sempre que as flores já tiveram caído dos galhos, pois esse procedimento irá trazer ainda mais força para os futuros brotos.




O verde metálico da Abelha da Orquídea

 Infelizmente é muito confundida com moscas e são mortas


Uma abelha diferente apareceu no meu jardim e despertou minha curiosidade. 

Uma das abelhas mais lindas que sobrevoam o jardim é, sem dúvidas, a Euglossini. Vou apresentá-la. Eu sou Rodrigo Aracno e você está aqui no ARACNO Garden.

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Ela pode ser vista nas cores metálicas verde, azul, roxo, vermelho a amarelo.
Já foram descritas mais de 230 espécies distribuídas em cinco gêneros (Eufriesea, Euglossa, Eulaema, Exaerete e Aglae). São abelhas solitárias, ágeis e robustas com tamanho médio variando de 9 a 28 mm. Elas ocorrem somente na região neotropical e o Brasil é o país que apresenta a maior riqueza em espécies.

Confundidas com varejeiras
Infelizmente muitas das Euglossini são mortas confundidas com as moscas varejeiras devido às cores metálicas verde e azul. A varejeira faz parte de uma família de moscas de cor azul ou verde-metálico, as califorídeas, cuja espécie principal é a Cochliomyia hominivorax. Ela utiliza a vítima – qualquer animal de sangue quente, incluindo o ser humano – como hospedeira de sua prole, depositando ovos onde houver alguma ferida aberta.
Portanto se ver ou escutar um inseto verde ou azul metálico em suas flores, preste atenção, geralmente as varejeiras não estão rodeando flores.

Abelhas espetaculares
As abelhas da orquídea, ou, Euglossini são importantes polinizadores das florestas neotropicais como a Floresta Amazônica, devido a sua capacidade de voar por longas distâncias que chegam a ser superiores a 23Km, forrageando em flores de mais de 200 gêneros de angiospermas. Essas abelhas se alimentam de néctar e apresentam glossas, um tipo de língua, longas, que os permite explorar flores tubulares não acessíveis a outros grupos de abelhas. As fêmeas também coletam pólen, misturado ao néctar e servido como alimento para as larvas, além de coletar resinas para a construção de células de cria e dos ninhos. 

Segundo o Doutor e Pesquisador Marcos Gonçalves Ferreira, uma hipótese para uso se substâncias aromáticas por machos (cineol, eugenol, salicílato de metila e vanilina) que comumente, são usadas pra captura de machos, por serem sintéticos da fragrância de orquídeas, é que elas possam usar essa fragrância contida nas pétalas de orquídeas, como precursor de um para produção de perfume de atração de fêmeas. Elas raspam as pétalas para obtenção da fragrância, e possivelmente usam uma estrutura parecida com uma almofada ( análogas a corbicula das fêmeas). La, possivelmente elas sintetizam esse perfume. Por isso é fácil diferenciar um macho (espessamento do basitarso) de uma fêmeas (presença de corbícula ).


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Voltando ao assunto
Machos de Euglossini exibem um comportamento característico de coletar substâncias aromáticas em fontes florais e não florais (fungos, madeira, frutos, fezes), principalmente em orquídeas sendo que muitas delas são polinizadas exclusivamente por eles. O motivo desse comportamento ainda é desconhecido. A explicação mais aceita é de que as fragrâncias provavelmente sirvam como indicador da qualidade genotípica e fenotípica dos machos para as fêmeas. A partir da descoberta desse comportamento, os pesquisadores passaram a utilizar substâncias puras sintetizadas em laboratório idêntica as das flores para atrair os machos, o que permitiu que muitas espécies raras fossem amostradas.
As alterações ambientais, como a fragmentação florestal podem afetar a abundância e a composição das espécies de abelhas das orquídeas e por isso, elas são consideradas como bioindicadoras da qualidade do ambiente natural. A extinção dessas abelhas nativas poderia comprometer a reprodução de diversas angiospermas e consequentemente o funcionamento íntegro dos ecossistemas neotropicais. Veja outras fotos da Abelha da Orquídea e outros visitantes do Aracno Garden.

Lição de vida
"Encaramos a vida como um jardim e podemos optar por duas visões totalmente diferentes, a visão da Mosca e a visão da Abelha. Ao entrar no jardim, mesmo com tantas cores a Abelha sempre enxerga as flores, já a Mosca, mesmo com tantas cores ela sempre encontra as fezes. Elas são felizes e vivem a vida com seus olhares e você? O que você enxerga da VIDA?"

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Aranha na Orquídea

Aranha Caranguejo das flores na Orquídea Miltonia

Muito comum em jardins, essa simpática amiguinha de oito patas, se camufla nas pétalas da flores ou folhas para se alimentarem de polinizadores desavisados. Tem uma grande variedade de cores, de acordo com a flor que se esconde.

Seu nome comum é devido o tamanho das patas e a forma do corpo achatada e larga fazem com que seja fisicamente parecido com caranguejos.

Seu nome científico é Misumena vatia é uma aranha da família Thomisidae existente na Europa e na América do Norte, mas muito encontrada no Brasil. Os dois pares de patas dianteiros são maiores que as restantes, e são mantidos abertos para apanhar presas.

Ela estava em uma orquídea, no ARACNO Garden

A orquídea, Miltonia moreliana é uma espécie de orquídea endêmica no sudeste do Brasil. A espécie é nativa do bioma Mata Atlântica, no sudeste da Bahia e no norte do Espírito Santo.



domingo, 5 de junho de 2016

Orquídea pode chegar a custar R$ 15 mil

Ameaçada de extinção, flor rara será exposta em Londres

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Uma das flores raras do mundo estará exposta no Festival de Flores de Chelsea, na região metropolitana de Londres e contará com a proteção de guarda-costas em tempo integral.
Se trata da mais rara flor do Reino Unido, a orquídea sapatinho-de-dama ('Lady's Slipper', em inglês) foram salvas da extinção por cientistas e são protegidas por rígidas leis ambientais.
Especialistas acreditavam que a orquídea sapatinho-de-dama estava extinta, mas, em 1930, exemplares da espécie foram encontrados por acaso em Yorkshire.
O sul-africano Michael Tibbs, especialista em orquídeas, disse que guarda segredo sobre o local onde a planta foi achada.
"Apenas poucas pessoas sabem", disse ele. "É uma planta extremamente rara e muitos tentaram mantê-la longe dos olhos do público por muitos anos".
Um único exemplar da orquídea sapatinho-de-dama pode chegar a custar cerca de 5 mil libras (R$ 15 mil).
As orquídeas sapatinho-de-dama vão fazer parte da exibição Le Jardin de Yorkshire, realizada pelo órgão de turismo Welcome to Yorkshire, no Festival de Flores de Chelsea, em Londres.
Veja a galeria de orquídeas na página Aracno Garden com 10 dicas e um calendário das flores.


Orquídea macaco: espécie rara típica do Equador

Drácula simia pertence a uma família com mais de 120 espécies de orquídeas

O botânio e naturalista chileno Hugo Gunckel Luer foi quem nomeou a planta, em 1978. A Dracula simia pertence à uma família com mais de 120 espécies. Seu perfume se assemelha ao da laranja.
São conhecidas como Orquídea Macaco, pois parecem com um sagui. O nome científico da orquídea é Dracula simia. O gênero Dracula se refere à estranha característica dos dois esporões longos das sépalas, que relembram as presas do famoso vampiro.
Orquídea macaco é pouco conhecida, pois cresce em áreas de difícil acesso, a uma altitude de 1.000 e 2.000 metros, nas selvas equatoriana e peruana. Veja mais imagens desta e de outras Orquídeas na página Aracno Garden.

Menor orquídea do mundo mede 0,5 mm

Campylocentrum insulare foi catalogada e publicada na revista Systematic Botany (EUA)


A natureza mostra sua exuberância mesmo em lugares que passam despercebidos pela maioria. Para se ter uma ideia do tamanho da menor orquídea do mundo a foto da Flor foi fotografada por uma câmera em microscópio.
Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) descobriram em Florianópolis a menor flor de orquídea já identificada no mundo, com menos de meio milímetro. A descoberta foi catalogada e publicada na revista científica Systematic Botany, dos Estados Unidos, em fevereiro deste ano.
A nova espécie foi batizada como Campylocentrum insulare, em homenagem à ilha de Santa Catarina, onde a descoberta foi feita. “Foi quase por acaso”, conta o pesquisador em botânica Carlos Eduardo de Siqueira.

Orquídeas, dez dicas para se cultivar em casa

domingo, 27 de março de 2016

Orquídeas, dez dicas para se cultivar em casa

Dez dicas excelentes para ter orquídeas em casa e um calendário das espécies com flores o ano todo


As orquídeas contam hoje com mais de mil gêneros e 30 mil espécies, as orquídeas estão entre as mais queridas das plantas para se cultivar em casa, seja dentro ou fora, e para presentear alguém. Os motivos são óbvios: são bonitas, coloridas, perfumadas, cabem em qualquer lugar e, com poucos cuidados, podem durar anos e anos. Veja dez dicas que o site Casa e Jardim disponibilizou para os amantes dessa beldade da natureza e o calendário. Você encontra um álbum de orquídeas na pagina Aracno Garden. Conheça também a Orquídea Macaco.

1. Prefira os vasos de barro aos de plástico. Apesar de serem mais caros, os primeiros têm mais porosidade e drenam melhor a água. Se optar pelos plásticos, fique de olho nas regas para não encharcar demais a planta.

2. Se a base da orquídea estiver a menos de um dedo da boca do vaso, é preciso trocá-la de moradia. Procure deixá-la dois dedos de altura abaixo da boca do vaso.

3. Para acomodá-la no novo vaso, repare de qual lado surgem os novos brotos – esta é a frente da orquídea. A parte posterior deve ser encostada em um dos lados do vaso para firmar o desenvolvimento do exemplar.

4. Para a troca de vaso, acrescente chips de fibra de coco ou musgo à planta. Este último precisa ser lavado com água para tirar o excesso de areia.

5. Antes de cortar a orquídea, esterilize a tesoura (com um maçarico portátil ou no fogão). Deixe esfriar para depois usá-la. Importante: repita a operação antes de mexer com outra orquídea para evitar a transmissão de doenças.

6. Quando descartar uma folha, passe canela em pó no local do corte. O ingrediente é um cicatrizante natural.

7. Manchas na folhagem podem ser amenizadas com fumo de corda. Ferva o fumo em água por uma hora até que vire uma solução concentrada, que deve ser diluída em água. Borrife sobre as folhas repetidas vezes, até que dê resultado.

8. Cochonilhas e pulgões podem ser eliminados das folhas com sabão de coco. Use uma escova para esfregar as folhas.

9. Repare na coloração da folhagem. Se estiver escura, mude a orquídea de local. Quanto mais contato com a luz, mais ela irá florir.

10. Instale plaquinhas plásticas de identificação em suas orquídeas. Além do nome da espécie, anote o período de sua última floração. A próxima florada pode ser estimulada com NPK 10 30 20, que tem mais concentração de fósforo.

Suas Orquídeas com flor o ano todo, um calendário da época em que cada orquídea estão florida

Primavera
Outubro: Brassia chloroleuca, Lycaste skinneri e Oncidium cebolleta
Novembro: Cattleya nobilior, Laelia purpurata e Promenaea stapelioides
Dezembro: Cattleya guttata, Dendrobium chrysanthum e Oncidium flexuosum

Verão
Janeiro: Aspásia luneta, Dendrobium phalaenopsis e Oncidium pumilum
Fevereiro: Brassavola perrine, Cattleya "Chocolate Drop" e Miltônia spectabilis
Março: Cattleya (híbrido), Doritis pulcherrima e Paphiopedilum callosum

Outono
Abril: Colmanara "Wildcat", Encyclia cochleata e Ludisia discolor
Maio: Epidendrum longispata, Laelia anceps e Rodriguezia venusta
Junho: Gomesa crispa, Cymbidium giganteum e Phalaenopsis amabilis

Inverno
Julho: Cattleya trianae, Cymbidium (híbrido) e Zygopetalum crinitum
Agosto: Cattleya aurantiaca, Dendrobium superbum e Oncidium "Sharry Baby"
Setembro: Cattleya intermedia, Dendrobium nobile e Phalaenopsis schilleriana

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